Once upon a time …

Entradas do Novembro 2007

Matérias em vídeos

30/11/2007 · Deixe um comentário

E aiii galerinha, pois é, outro semestre de faculdade que passa voando.

Bom, vou deixar aqui todos os links de matérias do youtub q eu fiz na Cyberfam de 2007/2, tem programas de reportagens, só âncora, cybercine e cybermix

- Matéria Zero Hora ganha novo visual na Internet, uma entrevista exclusiva das repórteres Camila Balotin e Raquel Steffler, com a Editora de jornais on-line do grupo RBS, Marta Gleich.
Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ou2f42vp_pI
A matéria é :Zero Hora.com

- Feira das Profissões: entrevista com a professora e coordenadora da Feira das profissões, Maria Helena de Oliveira. Âncora do programa: Camila Balotin e Pedro Palaoro.
Link do vídeo no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=Hp5UGi8e26Q e http://www.youtube.com/watch?v=VQ6PfM-Fz48

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Seminário discute sociedade do espetáculo na abertura

30/11/2007 · Deixe um comentário

A primeira palestra do IX Seminário Internacional da Comunicação, com o tema “Simulacros e (dis)simulações na sociedade do hiper-espetáculo”, promovido pela PUCRS, discutiu os pensamentos de Guy Debord e Jean Baudrillard. O evento termina nesta quinta, dia 8.

A palestra de Patrick Tacussel, professor da Universidade de Montpellier, na França, teve como título “Guy Debord e Jean Baudrillard: espetáculo e simulacro, os estilos da radicalidade”. Ele começou citando Henry Lefebvre e seu livro “Crítica a Vida Cotidiana”, no qual afirma que a realidade não tem realidade. Esse autor embasou as teses de Debord, que dizia que a sociedade contemporânea não tem acesso histórico a suas situações. Essa idéia se relaciona com o Marxismo clássico, ao confirmar que os indivíduos seguem práticas alienantes. A relação do homem contemporâneo é baseada em imagens, dissolvendo os valores, tornando tudo artificial.

Tacussel seguiu unindo os pensamentos de Debord e Baudrillard, definindo os textos de ambos como políticos. O simulacro da sociedade é gerado pelas relações sociais, que se utilizam cada vez mais de espaços públicos para expor o que deveria ser privado. Os homens de estado se tornaram homens de espetáculo. Tudo que é real é televisual, num mundo devastado que perdeu a relação com a sensibilidade da natureza.

Logo após Tacussel expor sua análise, Francisco Rüdiger, professor da PUCRS, seguiu com a discussão: “Guy Debord e a teoria crítica: a atualidade de A Sociedade do Espetáculo”. Rüdiger fez um regate histórico do momento em que Debord iniciou o desenvolvimento de suas idéias, criticando a cultura e o capitalismo crescente, que gera a “coisificação” da sociedade.

Rüdiger afirmou que o espetáculo é gerado pela mercadoria que é transposta para a imagem, com todo o deslumbre e encanto que esta possui hoje em dia. Ele ainda explicou que Debord perdeu o caráter crítico na montagem da sua teoria, e, ao contrário do que pretendia, tornou-se porta-voz dessa cultura e momento histórico. Os excessos da mídia também foram discutidos, pois tornam os fatos espetáculos e acabam contribuindo para a alienação do indivíduo.

As palestras seguem hoje à noite, às 19 horas, no teatro do bloco 40.

Texto: Francesca Romani, Camila Balotin e Fernanda Wenzel

Site: http://cyberfam.pucrs.br:9090/Plone/campus_pucrs/seminario-abre-discutindo-debord/

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Engenheiros do Hawaii lota São Pedro duas vezes

14/11/2007 · 1 Comentário


Nos dias 10 e 11 de novembro, a banda Engenheiros do Hawaii mostrou o show Novos Horizontes no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. Acústica, a apresentação teve casa lotada nos dois dias.

O inconfundível ritmo da banda Engenheiros do Hawaii contagiou o São Pedro. Com a música “Toda Forma de Poder”, o vocalista e agora violonista Humberto Gessinger abriu a noite. A reação do público explicou porque todos os ingressos estavam esgotados.

O repertório da banda foi variado. Músicas novas, como “Quebra-Cabeça”, “Não Consigo Odiar Ninguém” e “Vertical” foram acompanhadas de novas versões para “Novos Horizontes” e “Infinita Highway”. A filha de Gessinger, Clara, cantou em “Pose”, “Onda” e “Parabólica”. Mesmo com o predomínio de músicas do atual disco, o show não é voltado somente para ele. Músicas que marcaram a história do grupo estiveram presentes, como “O Papa é Pop”, “Terra de Gigantes” e, é claro, “Refrão de Bolero”.

O novo álbum contém músicas regravadas, que podem ser consideradas o ápice do show, como “Pra Ser Sincero”, “Piano Bar” e “A Montanha”. O antigo baterista, Carlos Maltz, entrou empolgado no palco durante a música “Cinza” e manteve o pique em “Depois de Nós”.

O saldo da noite foi quase duas horas de show e 28 músicas tocadas. Saindo do palco duas vezes e ainda assim deixando o público pedindo bis, Humberto Gessinger fechou com chave de ouro o segundo dia de apresentação no Theatro São Pedro. Todos puderam conferir as quatro últimas músicas da noite: “Vida Real”, “Herdeiro da Pampa Pobre” e “Negro Amor” em versão apenas com a viola. A última, uma adaptação de Caetano Veloso para “It´s All Over Now, Baby Blue”, de Bob Dylan, foi tocada com trechos em inglês e imitando o músico baiano. Pouco antes das 20h, todos voltaram ao palco para a despedida com “Era um Garoto que como eu Amava os Beatles e os Rolling Stones”, com Maltz na bateria.

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Discussão sobre esfera pública conectada encerra seminário

14/11/2007 · Deixe um comentário

“Esfera pública conectada: o que as telecomunicações e a TV digital tem a ver com o comum?” Esse foi o tema finalizador do ciclo de debates que ocorreu no dia 19 de outubro, em Porto Alegre, no Salão Nobre da Faculdade de Direito da UFRGS.

Os debatedores Sérgio Amadeu, Carlos Gerbase e Luiz Fernando Soares, com mediação de Paulo Meirelles, discutiram a intensa digitalização, os impactos e a ampliação dos limites que ela produz na esfera pública.

A digitalização tem causado divergências entre propriedade sobre idéias e o controle sobre as redes distribuídas, em um cenário de crescente escassez de atenção. As novas tecnologias de informação e comunicação permitem que o espaço da cultura digital cresça.

Conforme Sérgio Amadeu, “a Internet é uma obra inacabada, que permite o surgimento de novas tecnologias a cada instante”. Seguindo o exemplo da internet que é configurada pelos critérios do cidadão, a mesma situação tem a tendência a ocorrer com a televisão digital.

Por Camila Balotin e Júlia Otero
site: http://cyberfam.pucrs.br:9090/Plone/cultura/alem-das-redes-de-colaboracao-finaliza-ciclo-de-palestras-em-porto-alegre/

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