Once upon a time …

Ciclo debate a colaboração em rede

27/10/2007 · Deixe um comentário


Os debates Além das Redes de Colaboração, ocorrem em Porto Alegre, entre os dias 15 e 18 de outubro no salão nobre da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

No dia 18 de outubro, quarta-feira, o tema “Convergências: o que códigos tem a ver com música, filmes, jogos e realidades alternativas?” foi discutido por Pedro Paranaguá, BNegão e Ézyo Lamarca. O mediador do debate foi Fabricio Solanga.

A discussão girou em torno das modificações das redes digitais, prezando o direito ao livre acesso à cultura. As formas de apreciação das artes e do entertenimento estão alteradas, sendo o fator digitalização contribui para essas mudanças. Porém, as leis não permitem que tudo seja transmitido livremente. “Livros, músicas, softwares são protegidos por lei, o conhecimento deveria circular livremente entre as pessoas”, revela Pedro Paranaguá. Na era digital, as travas tecnológicas não permitem o livre acesso, e são consideradas um avsuo de direito autoral.

De acordo com Ézyo Lamarca, a Cultura Livre prega a livre circulação do que é produzido, é um novo modelo de produção.

No Brasil, os preços dos CDs são elevados. No início da fase de fazer o download das músicas, várias pessoas eram processadas. “Eu acho isso errado, o preço de um cd aqui é 10% do valor do salário mínimo”, argumenta BNegão.

Por Camila Balotin
Você assiste a uma entrevista exclusiva com o rapper BNegão

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Hidalgo, agora em versão gremista

27/10/2007 · Deixe um comentário


O lateral-esquerdo Hidalgo já foi jogador colorado. Agora atua no Grêmio.

Dispensado pelo clube Internacional, Hidalgo jogou por um breve período no Paraguai, porém ao receber uma proposta do Grêmio, voltou ao Rio Grande do Sul.

Sobre a rivalidade Gre-Nal, “para o torcedor colorado, ainda foi um golpe baixo”, assume Hidalgo. Não há arrependimento por parte do atleta pela troca de clube. No tricolor, Hidalgo tem vaga garantida, mas uma lesão no joelho esquerdo fará com que o lateral fique afastado dos gramados até o jogo contra o Náutico, dia 28 de outubro, no estádio Olímpico. O jogador será operado hoje, dia três de outubro. Sem o peruano, Anderson Pico deverá ser seu substituto.

Sem Hidalgo, o time de Mano Menezes ainda tem como objetivo garantir a classificação para a Libertadores de 2008.

Por Camila Balotin, Mariana Costa e Raquel Steffler

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O eterno Sandro Goiano

27/10/2007 · Deixe um comentário


O capitão do Grêmio na série B revela que pretende continuar no clube e confessa: “é um orgulho estar vestindo essa camisa, independente da divisão que esteja”.

O convite para o volante Sandro Goiano deixar sua marca na calçada da fama no Olímpico Monumental surgiu após a conquista da série B. O presidente Paulo Odone e o assessor de futebol, Paulo Pelaipe, escolheram o jogador. “Fiquei realmente muito feliz”, contou Sandro Goiano.

O jogador foi contratado em 2005, quando o time disputava a segunda divisão do futebol brasileiro. O contrato encerra-se no final deste ano, porém, o volante demonstrou muita vontade de permanecer no time tricolor.

Pelo Grêmio, Sandro Goiano foi campeão da Série B, bicampeão do Gauchão, terceiro colocado no Campeonato Brasileiro de 2006 e vice-campeão da Copa Toyota Libertadores de 2007.

“A torcida é fantástica, não existe igual a essa no Brasil. Ela nos incentiva todo o jogo”, afirma o ídolo dos gremistas.

por Camila Balotin, Mariana Costa e Raquel Steffler

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O triste espetáculo do futebol

27/10/2007 · Deixe um comentário

A alegria do futebol vem sendo ofuscada pela violência. As brigas não estão somente nas arquibancadas. Dentro das quatro linhas, a bola muitas vezes é esquecida. O que marcam as partidas são desde as entradas desleais até a pancadaria generalizada. Um exemplo da atual situação do esporte foi vivido pelo meio campista David Beckham, atual jogador do Los Angeles Galaxy, que no dia 23 de agosto envolveu-se em uma briga com o adversário Jesse Marsch, do Chivas USA após levar uma entrada dura. Os dois foram expulsos.

As ações judiciais envolvendo jogadores são freqüentes. Os responsáveis pela abertura dos processos são os procuradores. Muitos clubes recorrem a eles para denunciar irregularidades nas partidas, é o que explica o advogado do Departamento Jurídico do Grêmio, Jorge Petersen.

Os julgamentos são rápidos. “O procurador tem 30 dias para denunciar. Se passar desse prazo, prescreve. E a constituição estabelece 60 dias para julgar toda a ação”, revela Petersen. Após o decreto do tribunal, o jogador tem três dias para recorrer.

As atitudes que mais levam os jogadores ao banco dos réus são reclamações e jogadas violentas, como o carrinho. Em casos como jogadas agressivas, quem é processado é o atleta. O clube atua apenas como parte interessada, agindo na defesa do acusado.

As penalidades mais freqüentes são as suspensões por partidas (de uma até dez) ou por dias. A última é mais prejudicial ao clube, visto que impede o jogador de atuar em qualquer campeonato. Em caso de penas muito longas, o clube pode tentar uma negociação financeira. “Por exemplo, o atleta pega 120 dias de suspensão. Então, solicitamos no tribunal que converta a metade disso em pecúnia. Assim o jogador cumpre 60 dias, e paga o valor que o tribunal estipula. Geralmente em cestas básicas”, explica Petersen.

Um recurso que vem facilitando os julgamentos são as imagens captadas pelas câmeras de televisão. Foi o caso do atacante do Lyon, Fred, que agrediu com o cotovelo o rosto do zagueiro romeno Cristian Chivu, do Roma, e atual Inter de Milão, fraturando o seu nariz. O brasileiro Fred não foi penalizado no jogo, pois a arbitragem não viu o lance. Entretanto a punição ocorreu com base na analise posterior de cenas da partida. O atacante recebeu três jogos de suspensão.

Apesar de constante, a atuação da justiça não tem conseguido frear a violência dentro de campo. Os processos terminam, mas as atitudes continuam sendo vistas nos gramados. Este quadro aponta para a necessidade de outras alternativas, fora do âmbito judicial. Falta consciência aos atletas para mudar esse triste cenário do futebol.

Por Camila Balotin, Fernanda Wenzel, Raquel Steffler

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O "hermano" que conquistou o Tricolor

27/10/2007 · Deixe um comentário


O goleiro Saja revela o quanto gosta de jogar no tricolor e quais seus planos dentro da equipe

Saja foi contratado no início de 2007 como um grande reforço para o time, e acabou tornando-se uma revelação para o Grêmio. O goleiro Sebastian Saja mudou a história do clube e agora é famoso por suas defesas importantes. Portador de uma raça típica gremista, o argentino revela que gosta de jogar em Porto Alegre e pretende continuar no clube: “Eu quero ficar muito tempo aqui, eu tenho contrato até dezembro desse ano, mas a opção é para o Grêmio, não depende de mim. Eu, sim, quero ficar. Estou muito contente aqui, mas é uma decisão dos dirigentes. A torcida, também, tem que pressionar para eu continuar”.
Respeitado também pelas cobranças de pênaltis, o goleiro admite que tem vontade de marcar gols pelo tricolor gaúcho, “Gostaria, gostaria muito. A torcida tem que cobrar do Mano pra eu bater”. Com segurança e visão de jogo, Saja mantém o time com a segunda defesa menos vazada do Campeonato Brasileiro 2007.
Assume que existem falhas no ataque, mas também diz que com uma melhora nas finalizações, é possível a classificação para a Libertadores do próximo ano: “Se nós melhorarmos a conclusão, acho que vai dar. A equipe mudou muito daquela que jogou a Libertadores, muitos jogadores saíram, outros tantos estão chegando, o time ainda está se entrosando, e há um tempo para adaptar os novos companheiros. Se o Grêmio tivesse melhor ataque, estaria muito acima da tabela”.

Por Camila Balotin e Raquel Steffler

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