Novo Two and a Half Men: estreia em setembro sábado, ago 6 2011 

As expectativas de como seria a “despedida” de Charlie Sheen de Two and a Half Men foi divulgada pelo site TMZ, dos Estados Unidos. O mulherengo Charlie terá um funeral especial, com a presença de inúmeros de seus casos durante o seriado. Agora, fica a curiosidade de como ele vai morrer. O episódio irá ao ar no dia 19 de setembro, quando estreia a nova fase da atração nos EUA , que agora será estrelada por Ashton Kutcher.

Por fim, Kutcher será um bilionário no seriado. Quem acompanhou o início da carreira de Kutcher no seriadoThat ’70s Show conhece muito bem o potencial do ator em trabalhar em séries. Aposto que será uma grande surpresa, boa, no seriado. E confirmo, considero o principal ator de Two and a Half Men, o Jake. Quem acompanhou desde o início vê o crescimento do ator e sua importância da série.

Agora é esperar o dia 19 de setembro, data de estreia nos EUA.

imagens: site TMZ

Two and a half man sem Charlie domingo, jun 26 2011 

É complicado imaginar two and a half men sem o protagonista Charlie, mas a verdade é que não tinha somente um papel principal. Jake e Alan conseguiram roubar a cena, especialmente nas últimas temporadas.

A saída de Sheen muda um pouco, mas a entrada de Ashton Kutcher não será nas piores, se Alan e Jake continuarem da mesma maneira.

Uma teoria de como Charlie pode ser retirado da série:

- O último episódio mostrou Charlie indo viajar para Paris com Rose. Ele até busca uma capa de chuva no quarto dela e encontra o marido: Mane Quinn … ou manequim. Bom, os roteiristas podem trabalhar diversas teorias, e acredito que uma que se encaixa perfeita é a seguinte: No voo para Paris, Charlie se liga que Mane Quinn não existe e sim é um manequim, no entanto como Rose é maluca, ela pode sequestrar Charlie em Paris. Ponto final. Se um dia, Sheen fazer as pazes com os roteiristas, ele pode voltar a série, o que eu considero difícil. Ou ele pode escolher viver em Paris com Rose, evitando as drogas, mulheres e apostas … porém, pela índole do personagem, a primeira teoria combinaria mais.

 

Sobre Ashton Kutcher: como Charlie teria pela base de 45 anos, e Kutcher passa por 20 e poucos, pode ser um filho perdido de Charlie ( que ele sabia e deixou tudo em testamento para Ashton) … e como Charlie não volta, Ashton entraria no seu lugar, e Alan e Jake ainda viveriam com o dinheiro de Charlie.

Só teorias, é claro

O atual elenco de Two and a Half Men

Dr. House: “Let them talk” sábado, jun 25 2011 

Hugh Laurie, mais conhecido como Dr. House, mostrou que além de um excelente ator,entende demais de blues. Ele gravou pelas principais cidades dos Estados Unidos seu primeiro álbum: Let them talk.

No álbum as principais músicas de blues …vale a pena conferir, e ver que ele é mais que um personsagem irônico e sarcástico do mundo dos seriados norte-americanos. Até mesmo o sotaque do sul dos EUA e de toda a região onde o blues nasceu está presente nas interpretações de Laurie.

No site oficial foram disponibilizados inúmeros depoimentos sobre as músicas … http://www.hughlaurieblues.com

Back to New Orleans sábado, ago 22 2009 

Lojas típicas da cidade

Lojas típicas da cidade

Curtindo Chuck Berry cantando Jhonny Be Good “Deep Down in Louisiana, close to New Orleans”, ah New Orleans. Nostalgia sempre bate quando escutamos um bom e velho rock, jazz ou blues …

Preciso falar um pouco sobre essa cidade que é atacada sempre pelas forças da natureza, mas até hoje não conheci ninguém que não se apaixonou por New Orleans. A cidade, colonizada por espanhóis e franceses (é comum acharmos placas espalhadas na cidade falando sobre o passado) é um marco nos Estados Unidos. Tudo nela apaixona. Sejam as ruas marcadas pela arquitetura ou por um povo muito simpático. Tudo o que você quiser fazer, é possível. Após estressantes dias de trabalho, como era bom ficar olhando o Rio Mississipi. Ou também como eram chatas as musiquinhas do navio que era possível escutar pelo French Quarter (o bairro construído na parte mais alta da cidade), mas que hoje, essas músicas fazem falta. Ou então que tal curtir um bom e velho show de rock. Não precisa pagar não. É só entrar. É assim na Bourbon Street. Uma rua, como a nossa cidade baixa, porém melhorada, em que você encontra bares, bares e mais bares espalhados. Como eu adorava a banda do James, no Bourbon Street Blues Company, para os de casa era BBC mesmo. E as noites do Razzo, Famous Door, Jazz Emporium? A Frenchment é uma rua onde quem não é turista frequenta. Blues e jazz marcam esse pedaço da cidade. O Mapple Leaf tem um show de jazz maravilhoso. E é claro, tem sempre os bares universitários ou aqueles espalhados pela Maganize Street. Mas não é só de noitadas que NOLA, como é chamada carinhosamente, vive. Tem jogos de basquete, o New Orleans Hornets, futebol americano, o Saints. É um espetáculo a cada jogo de basquete. New Orleans é repleta de lojas de souvenirs nas principais lojas do French Quarter (Canal St., Royal, Conti, Bourbon, entre outras), mas vale a pena comprar mesmo é no French Market, tudo mais barato!!! Também é preciso fazer uma visita ao Museu de Voodoo da cidade, e ao zoológico Audubon e ao parque com o mesmo nome. É sensacional. Essa cidade apaixona todos os visitantes. Tu sentes até saudade de esperar muito tempo o ônibus que nunca chega, ou o Street Car (o bondinho). De passar as horas olhando a igreja St. Louis ou curtindo o River Front (observando o “Missi”). Que saudade de curtir as noites na Bourbon, ou mesmo no quarto do hostel com os amigos. É por isso que voltamos diferentes, porque crescemos. Porque damos valor a um simples “Good Morning”. Porque amadurecemos e vemos a vida de uma maneira mais simples, aproveitando cada dia ao máximo, dormindo poucas horas porque queríamos conhecer pedaçinho por pedaçinho de uma cidade que ficará para sempre dentro da minha memória. E sempre será, Sweat home NEW ORLEANS, ou como as placas de lá dizem: Forever New Orleans.

Cenário: Nola, o Curioso Caso de Benjamin Button quinta-feira, ago 13 2009 

Não vou falar sobre o filme, sobre as críticas que o mesmo recebeu e nem sobre a história. Vou citar algumas coisas que aparecem da cidade aonde o filme se desenrola. New Orleans, Louisiana.

- Jackson Square: no começo do filme aparece esse pedaço da cidade. Não está claramente aparecendo a praça Jackson Square e sim, o lado da praça. Como coloco nessa foto que eu tirei na minha viagem. O prédio de tijolos à vista aparece no filme, e é muito famoso na cidade. Fica em frente ao French Market, local onde tem restaurante, lojas típicas da cidade, bem como o Café Du Monde, um café de 1898. Vale a pena dar uma passada e pedir one order of beignet and one small café au lait.

vista da igreja Saint Louis, em frente à Jackson Square - French Quarter

vista da igreja Saint Louis, em frente à Jackson Square - French Quarter

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltando a outras partes do filme que aparece New Orleans. St. Charle Avenue e o seu famoso Street Car. O bondinho que atravessa a Saint Charles e para na Canal Av. É o principal meio de transporte público de Nola. 1,25 é o valor da passagem. Você pode comprar os tickts adiantado e assim, fica mais barato.

Bondinho no Circle da St. Charles Av.

Bondinho no Circle da St. Charles Av.

Outra paisagem de New Orleans presente no filme é o Rio Missisipi (ou Missi para os íntimos). Ele acompanha a cidade. Passa pelos bairros: Uptown, Garden District, French Quarter e assim por diante. Tem-se um belo lugar para correr ou curtir a paisagem que é no RiverFront. O nome já diz tudo. É no French Quarter. Segue uma foto da vista do Riverfront.
Vista para o Rio Mississipi d RiverFront.

Vista para o Rio Mississipi d RiverFront.

Uma das partes que mais aparece no filme são as famosas casas do uptown. O bairro conta com antigas mansões, construídas com base na arquitetura espanhola e francesa. Vale a pena sair caminhando na Saint Charles e conferindo as enormes casas, seus jardins requintados e curtidno a vista da cidade. No final da St. Charles encontramos o Audubon Park, com carvalhos antigos. Um ótimo lugar para aquela corridinha longe do tumulto do centro da cidade. Vou postar uma foto de uma das mansões, deixando claro que esta não é a casa onde Benjamin cresceu, ou rejuvenesceu.
Mansões na St. Charles Av.

Mansões na St. Charles Av.

No filme também é citada a Esplanade Av. Para chegar nela é só passar a Jackon Square e seguir em frente rumo ao French Market (o mercado de pulga deles, lá é possível comprar máscaras do Madri Gras, enfeites da cidade, chaveiros, imãs de geladeiras, malas, óculos de sol, tudo bem mais barato que as lojinhas na canal, royal, bourbon, decatur, entre outras).
Segue uma foto da rua onde morava o pai de Benjamin Button. É pelos lados da Esplanade Av. que encontramos a Frenchment. lá você pdoe conferir barzinhos frequentados pela populaçõa local de Nola. Blues, jazz, reggae e rock são frequentes nas noites de lá. Vale muito a pena dar uma conferida.
Esplanade Av.

Esplanade Av.

Agora é um dos meus lugares favoritos da cidade. A BOURBON STREET. Essa rua é repleta de bares, restaurantes e noitadas loucas. Os bordéis citados no filme se tornaram clubes de strippers … Dicas: Jazz Emporium, Krazy Korner, Razzo, Famous Door e especialmente Bourbon Street Blues Company, o famoso BBC. Bandas tocam 7 dias por semana, durante a noite. Animadores divertem o público de todas as idades. Cervejas podem ser compradas a 5 dólares (3 Bud, por exemplo) no Happy Hour que dura geralmente até as 11 horas, entao a dica é ir cedo. Os bares funcionam 24 horas por dia. Se você nao curte dançarm pode ficar assistindo os sports nas tvs dos clubes. Tudo pode quando se trata de Bourbon, baby. Na foto, eu e meus amigos no palco da noite, sim é muito comum você subir ao palco.
no palco do BBC: animadora, Rapha, eu, Gabi e Ká ...

no palco do BBC: animadora, Rapha, eu, Gabi e Ká ...

Quando você volta de uma viagem segunda-feira, ago 10 2009 

Várias opções no French Quarter

Várias opções no French Quarter

Todo mundo fala que é difícil se acostumar em uma viagem. Que você sente saudades dos amigos e da família. Eu acho que não é bem assim. Pelo menos não foi pra mim. Todo o tempo que fiquei em New Orleans, cidade muito castigada por furações e consequentemente, alagamentos, conheci pessoas maravilhosas. Um mundo novo a cada dia. Uma rotina engraçada de trabalho, de pegar ônibus. A falta de um bom café, sim tem Starbucks, mas não é acessível para uma fissurada em cafeína. As dificuldades estão sempre nos provando o quanto é difícil morar em outro país. Nola (New Orleans – Louisiana) é uma cidade acolhedora a todos os turistas. Diga-se de passagem, é bom ser turista. Vários albergues e hotéis estão espalhados pela cidade que foi colonizada por espanhóis e franceses, e quem mantém na sua arquitetura, ruas e tradições as marcas do passado. A falta que essa cidade me faz é notável. A saudade do hostel, que dizem ser assombrado, procure um livro na internet, it´s true my friend, é grande. Dos amigos, maior ainda. De esperar o bus Magazine na Camp St. que nunca chegava, de andar toda a Magazine e ficar feliz quando chegava na Poydras? New Orleans, New Orleans, que falta a Bourbon Street me faz. Jazz Emporiu, Razzoo e especialmente BBC, isso é pros intimos, ou Bourbon Street Blues Company. Por que você volta diferente de uma viagem? Porque você se descobre, você é quem você é, sem medos, receios e muito feliz. Nola Forever

Cachorros e Homens domingo, abr 13 2008 

       

Bom, eu tinha que fazer uma crônica para minha aula de Jornalismo de Opinião, então como já tinhe feito uma pseudo-crônica sobre esse assunto – Homem X Cachorro, resolvi atualizá-la. Ela trata essencialmente sobre o MEU CACHORRO, e os homens que conheci.

 

       O ditado já dizia “o cachorro é o melhor amigo do homem”. Verdade comprovada. Mas não vejo tanta semelhança entre esses dois seres. Há uma imensa lacuna entre eles. Especial, entre meu cachorro e os homens que conheci. A única semelhança é que o homem pode ser considerado um cachorro, em relação as suas atitudes.

        Não é justo, porém, chamar um homem de cachorro. O bicho de estimação de muita gente nunca fez nada a você, não é? É interessante analisar como os homens podem ser cafajestes com as mulheres razão a qual eles aderiram ao apelido de cachorros. Mas um cachorro não é cafajeste, o meu não é. Os homens estão estragando as imagens dos “dogs”, fazendo com que eles sejam vistos como sem escrúpulos, amor.

        Os cachorros têm um sentimento de proteção, amor e valorização pelo seu dono. Não sou somente eu que os valorizo, o livro “Marley e Eu – a vida e o amor ao lado do pior cão do mundo”, de John Grogan conta a história de afeto entre o labrador Marley e seu dono. E quando o homem tem esse sentimento de reciprocidade por uma mulher? Isso é difícil de encontrar entre duas pessoas, mas é comum entre uma pessoa e o seu animal de estimação.

        O cachorro é dócil, carinhoso, harmonioso, companheiro acima de tudo. E lindos. São todas as características que as mulheres procuram nas suas almas gêmeas. A minha alma gêmea veio em forma de cachorro, o meu Arghus. Todos os homens que conheci, pensam em si primeiro. O cachorro não, ele coloca o seu dono como um deus.

        O melhor amigo do homem é puro. Seu amor é verdadeiro, ao contrário dos homens que falam as maiores bobagens para convencer as mulheres que estão sendo sinceros. O cachorro te vê e fica feliz, vem correndo para brincar. O homem te vê, finge que não viu e atravessa a rua, ou então diz “tu por aqui?”. Ele só chega perto da mulher quando está sentindo-se sozinho. O cachorro é o teu companheiro para todas as horas, para as felizes e as tristes, na saúde e na doença. Até acho que foi nele inspirado o discurso dos casamentos feitos pelos padres, “na saúde e na doença, na felicidade ou na tristeza, até que a morte nos separe”. Certo que foi feito para os cachorros. Já que os homens te abandonam ainda no altar. É claro que se eles comparecerem na cerimônia, ou se não resolverem separar ou ainda, o divórcio.

        A única coisa em comum que tem o homem e o cachorro, é que o cachorro tem sentimentos humanos, e um homem tem sentimentos cachorros.

Homem X Cachorro terça-feira, mar 4 2008 

Estive pensando que não existe tantas semelhanças entre homens e cachorros. Na realidade, a única que encontrei é que os homens podem, e a maioria é, ser um cachorro.

Porém, é uma ofensa chamar um homem de cachorro. O que o pobre do animalzinho te fez para ofendê-lo??? Nada.

O melhor amigo do homem é puro. Seu amor é o mais verdadeiro possível, ao contrário dos homens, que fazem de tudo para conseguir uma mulher. O animal é sincero. Se eke está com você, não vai se fazer. O homem se faz e coloca a culpa na mulher ainda. O cachorro não. É só você chegar perto de um quando você estiver se sentindo sozinho, ele vai te apoiar, ficar do seu lado, bem quietinho. Só ouvindo tuas reclamações, choros, desabafos. Já o homem vai pensar: “Droga, nada de sexo hoje!”.

E tem outra, o cachorro sempre tá de quatro, o homem nunca está de quatro por uma mulher, se ele falar que está, é puro vingimento. Mentira.

A única coisa em comum é que um cachorro tem sentimentos humanos, e um homem tem sentimentos cachorros.

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